Sete Anos no Tibet. Um filme para rever. E se inspirar

Por Adriana Calabró

Sete anos no Tibet é um daqueles filmes que você pode ver várias vezes ao longo da vida. E arrisco dizer que o prisma pelo qual você vê a história vai mudando de acordo com a sua trajetória pessoal.

Quando assisti pela primeira vez, ficou a mensagem edificante, da transformação do alpinista egoísta (Brad Pitt) em um buscador do caminho reto. Eu tinha também a memória viva da história de amor entre a moça tibetana e o outro membro da expedição, Peter. Especialmente a cena em que ela se rendia aos cuidados discretos de um enquanto rechaçava o egocentrismo do outro.  Mas confesso que eu tinha esquecido de uma das mais importantes facetas do filme: a questão política demonstrada ali, a partir da invasão chinesa e o quanto isso maculou uma nação tão pacífica como a dos tibetanos.

filme

Ou seja, nessa segunda chance de ver o filme de Jean-Jacques Annaud, mais do que nunca, entendi o valor do Dalai Lama e me comovi com a forma que ele continua lutando pela liberdade de seu país de origem: com humildade, diálogo e uma profunda ligação com a paz e a espiritualidade, conceitos tão arraigados em sua cultura budista.

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Dirigido por Jean-Jacques Annaud

Com  Brad Pitt, David Thewlis, B.D. Wong

 

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