Samurai, a conta, por favor?

Trabalhar. Taí uma coisa que usa uma grande parte do tempo, diariamente. O ideal é transformar todas essas horas em algo com propósito, independente de qual for a profissão, certo?  Bem, era assim que o empresário Pepito Pellegrino, do Grupo Fit, pensava até ser questionado por um um garçom, que não comprou a ideia: “mas nós somos pobres”. Foi então que ele e seu sócio Fernando Souza passaram a pensar a questão de uma forma mais ampla, especialmente porque seu negócio, formado por bares, restaurantes e lojas lidava essencialmente com gente, em ambos os lados do balcão.  Resolveram ir atrás de um modelo de treinamento que trouxesse para seus funcionários um ciclo positivo formado por auto-estima, auto-conhecimento e aspiração profissional.

Inspiração Oriental

samurai

O ponto de partida foi o código de honra dos Samurais, os guerreiros japoneses que sabiam como ninguém unir cinco características que aprimoram o caráter do indivíduo: verdade, coragem, honra, lealdade, amabilidade e compaixão. Com base nesses princípios, e observando quais eram as dificuldades da equipe, Pepito e Fernando consolidaram uma metodologia, apresentando aos funcionários novas formas de pensar. Cada um era importante para o todo e tinha como trunfo suas próprias habilidades.  “Uma equipe vitoriosa é aquela que consegue quebrar o negativo e buscar a superação, mas também é importante que ela tenha o respaldo da empresa. Não basta exigir do colaborador, temos de oferecer as ferramentas para que eles assimilem conceitos e tenham vontade de praticá-los”, explica Pepito.  Além de informação e treinamento, sempre baseado no poder pessoal e auto-controle, os dois sócios do Grupo, bem como os outros que estão envolvidos no negócio, quiseram primar pela transparência. “Nós deixamos bem claro que o programa leva em conta dados de realidade, tanto no valor do salário, como nas possibilidades de ascensão”, diz Fernando. “Não estamos vendendo ilusões, mas sim, a oportunidade de cada um encontrar um sentido no que faz”.

Resultados e motivação

Fernando e Pepito2
Pepito Pellegrino e Fernando Souza
(Mas podem chamá-los de Samurais!)

Após a implementação do Treinamento Samurai, os resultados começaram a aparecer. A rotatividade baixou, os próprios colaboradores tornaram-se multiplicadores do conceito e muitos conseguiram alçar posições de destaque dentro e fora do Grupo. “Um deles virou até nosso sócio”, celebra Pepito. Vale dizer que, honrando a inspiração oriental, o treinamento não é baseado na ambição, que também pode ser um fator de stress e competição, mas sim na satisfação pessoal e no trabalho em equipe. “Estimulamos os colaboradores a buscarem seus objetivos, que podem ser de qualquer tamanho. Temos de respeitar as diversas personalidades” afirmam Pepito e Fernando que também fazem o Treinamento Samurai para empresas e instituições.

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