Greve dos caminhoneiros, Yoga e uma breve reflexão

Por Jus Prado*

Texto escrito pós-evento “Encontro Yoga que não se Vê”, em Campinas, São Paulo, no sábado dia 26 de maio de 2018, em meio a greve de caminhoneiros que paralisou o país.

Paralisação dos caminhoneiros. Bastaram apenas alguns dias para que o caos se instalasse, principalmente nos grandes centros, e filas começassem a se formar nos supermercados e postos de gasolina, como se fosse o fim dos tempos. E eu, no meio disso tudo, tinha uma longa viagem até Campinas para levar a mensagem do “Yoga que não se Vê”. Que melhor momento para isso, não?

Como manter a paz de espírito em meio ao caos? Existe uma sabedoria que ecoa dentro de todos nós e essa é a sabedoria da ética universal, ou seja, são atitudes e ações que valem para todas as pessoas e em todas as circunstâncias para estabelecer uma convivência pacífica, harmoniosa e feliz para si, para os outros e para o meio em que se vive.

A repercussão dessa greve deixou evidente, mais uma vez, o reflexo da crise interna que reverbera dentro de cada um que se nega à reconciliação consigo mesmo. O encontro “Yoga que não se Vê” foi uma união para elevar a frequência vibracional desse momento de insatisfação coletiva e relembrar a importância de praticar a presença, de manter uma prática espiritual diária e de desenvolver mais clareza no que diz respeito às nossas prioridades, para assim poder agir ao invés de reagir ao que acontece no mundo afora.

Namastê

*Jus Prado Criadora da Lotus Viajante um portal que reúne conteúdos de autoconhecimento e espiritualidade através da prática de Yoga, meditação e estudos dos ensinamentos dos Abraham Hicks. 

 

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