Essa CULPA que ferra a minha vida…

Alana Trauczynski

Por Alana Trauczynski*

Essa semana minha reflexão será baseada na auto-observação! Eu não falo as coisas só para vocês…eu sou a primeira cobaia de tudo o que falo! Recentemente tenho me percebido fazendo várias coisas, não exatamente porque estava realmente com vontade de fazê-las, mas por culpa. Como eu tenho uma vida meio louca e desregrada e estou sempre pra lá e pra cá, às vezes tenho a sensação interna de que não estou cumprindo bem os “papéis” esperados de mim: não consigo ser a tia perfeita, a dinda sempre presente, a prima que lembra dos aniversários, a filha que dá a devida atenção aos pais, a irmã que sabe detalhes da vida dos irmãos, a amiga que vais aos chás de bebê, a profissional impecável, a mulher que se cuida e todas as outras mil expectativas que a gente possa ter sobre nós mesmos.

O que eu percebi, no entanto, é que cada vez que eu faço alguma coisa por culpa, isso não necessariamente melhora minha relação com a pessoa em relação a quem me sentia culpada. Pelo contrário, parece que inclusive piora. É como se minha presença (por culpa!) não “preenchesse” para a pessoa, e a minha sensação interna também é bem ruim…

Então eu fui estudar este sentimento de culpa e descobri que na escala de frequência vibratória dos níveis de consciência, a culpa é um dos sentimentos mais baixos, vibra em uma escala de 30, só perdendo para a vergonha e humilhação que vibram em uma escala de 20. Ou seja, nada de bom sai dessa frequência vibratória. Você não atrai e nem emite absolutamente nada de útil ou construtivo, então dificilmente será uma boa experiência para algum dos envolvidos, a não ser que o seu estado mude ao longo da experiência…

Até que percebi que todas estas expectativas eram minhas, e não das pessoas. Elas talvez nem pensem nada disso. Então ao invés de fazer coisas que eu não tenho vontade por culpa, preferi entrar em contato com os melhores sentimentos que eu tenho pela pessoa em questão, senti-los verdadeiramente, e enviar este sentimento por outro canal, não necessariamente presencial. Percebi que o meu estado interno mudou completamente, e agora era como se eu estivesse fazendo a coisa certa: sentindo verdadeiramente versus uma presença falsa e indesejada.

Achei que essa experiência poderia ser útil também para você que me lê! Que tal parar de fazer coisas por culpa? Ao invés disso, que tal entrar em contato com sentimentos verdadeiros? O campo energético invisível é, muitas vezes, mais real do que este que enxergamos através de ações forçadas, que não contém VERDADE. E, de alguma forma, a pessoa sente! Depois me contem suas experiências!

*Alana Trauczynski é nômade digital, autora do livro “Recalculando a rota: uma louca jornada em busca de propósito” e criadora do Programa Recalculando a Rota, um curso online de autoconhecimento e mudança de mindset para pessoas que querem recalcular a rota de suas vidas para um futuro mais brilhante e fluido. Para conhecer melhor seu conteúdo, curta sua página no facebook.

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