Dicas para você criar uma prática pessoal de Yoga

Em algum momento da sua vida de Yoga você vai sentir a necessidade de subir no seu tapetinho também fora das aulas e praticar sem necessariamente ter que ir até o estúdio mais próximo. 

Os motivos podem ser vários, de falta de dinheiro e/ou tempo para ir a um estúdio tantas vezes quanto gostaria, da vontade de praticar no seu próprio ritmo, até o simples desejo de ter autonomia para praticar onde e quando quiser. Mas como fazer isso? Por onde começar? Como montar uma sequência legal?

Achei uma lista legal com dicas bem simples e preciosas da professora e blogueira americana Erica, do site Spolied Yoga, traduzi e aqui estão para você:

“Eu sempre falo para os meus alunos da importância de desenvolver uma prática própria para quando eles não tem tempo de vir ao estúdio. Mesmo quando estão na aula, eu quero que tenham a habilidade de ouvir o próprio corpo, seguir a respiração (mesmo que não esteja em sincronia com minhas instruções). Essa é a diferença entre dar o peixe e ensinar a pescar. Praticar sozinho vai te dar pistas sobre si mesmo que você não consegue perceber quando está em grupo.

Pronto?

Aqui algumas dicas práticas e fáceis para criar independência no seu tapetinho!

Simplicidade. Você não precisa fazer uma sessão de uma hora como na sua aula preferida naquele estúdio maravilhoso. Mesmo que você se lembre apenas de algumas posturas de cada vez, em casa você terá a oportunidade valiosa de explorar o que o seu corpo precisa e de alinhá-lo a respiração. Na minha opinião, isso, por si só, já é muito mais bacana e tem mais valor do que uma sequência extravagante de posturas.

Comece aos poucos. Praticar 3 posturas favoritas por 2 minutos cada uma é tudo o que você precisa fazer para dar início a uma prática regular, consistente e cheia de benefícios na sua própria casa. Comece assim e acrescente novas posturas conforme for se sentindo a vontade.

Tudo bem se você for inventando a sequência a medida que for praticando. Aqui um segredinho, eu nem sempre sei todos os asanas que vou ensinar na aula, antes de entrar na classe. Na real, na maioria das vezes, eu sei mesmo qual é a postura com que vou terminar a aula. Às vezes, nós chegamos nela e, às vezes, percebo que ela não tem nada a ver com a sintonia dos alunos que foram na aula naquele dia, então tenho que improvisar ao longo da aula. E, às vezes, essas posturas improvisadas fazem total sentido, às vezes não fazem. A verdade é que a sequência não precisa ser perfeita, no fim das contas ela tem que te dar a oportunidade de se movimentar, se alongar, respirar e sentir.

Prepare o corpo para ações específicas. Quando você começar a se sentir mais confortável ao subir no tapetinho para praticar sozinho, você pode ficar mais atento aos detalhes. Daí, em um dia você pode trabalhar o quadril e em outro as torções, por exemplo.

Peça ajuda ao seu professor. Só porque você vai praticar sozinho algumas vezes não quer dizer que você deve ou precisa parar de ir às aulas. Usar seu professor como fonte significa usar algo que você aprendeu com ele na semana como inspiração para a sua prática em casa. Você também pode chegar na aula um pouco mais cedo e pedir algumas dicas de posturas. Eu, sempre fico feliz em ajudar! Ou ainda melhor, agende uma aula particular para que vocês montem juntos um plano com algumas sequências para melhora sua prática e, claro, também sua vida!”

A essa lista da Erica eu acrescentaria que aulas online também são uma boa pedida para os dias em que a sua inspiração estiver zerada e mesmo assim você quiser praticar. Eu, que estou vivendo uma vida meio nômade, assino o Ekhart Yoga, e alterno dias de prática pessoal com dias de aula online. ;-)

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