Casa Jambū um espaço para você se aprofundar no Yoga

Conversando com quem pratica Yoga é muito comum encontrar pessoas que queiram se aprofundar no seu estudo. Sair do tapetinho. Se você está atento e tem um bom professor, aos poucos você já percebeu que ásanas, pranayamas e mantras são apenas a ponta do iceberg de uma tradição milenar repleta de ensinamentos preciosos.

Foi com esse intuito – levar os praticantes adiante no conhecimento do Yoga – que a Casa Jambū abriu suas portas no Jardim Paulistano, em São Paulo, há cinco meses. Para isso, Vicente Morrison, coordenador e idealizador do espaço, juntou um grupo de profissionais ultra-competentes e formatou uma agenda que passa por todos as áreas do Yoga, das práticas físicas ao Ayurveda, Sânscrito, Canto de Mantras, Vedãnta, várias formações e muito mais.

Ficamos sabendo da Casa Jambū, pois alguns dos nossos mais queridos parceiros estão entre os professores e ministrastes do espaço. Curiosas para entender melhor a proposta da Casa, fomos conhece-la e bater um papo com o Vicente. Adoramos tudo: a proposta e a casa que é um charme.

O que é a CASA JAMBŪ?


Vicente:
A CASA JAMBŪ é um local dedicado às pessoas que buscam autoconhecimento baseado na tradição milenar do Yoga (ou tradição Védica). Se diferencia por reunir num mesmo lugar várias atividades ligadas a tradição. Trazemos o estudo como base para que possamos obter sucesso na prática dentro e fora da sala de aula. Através do conhecimento (jñana yoga) a prática se torna o veículo para quem deseja viver uma vida de Yoga.

Quais as principais atividades?

Vicente: Yoga, Vedānta, Sânscrito, Canto de Mantras, Grupo de Estudos, Āyurveda, Astrologia Védica, Dança Clássica Indiana (Odissi), Música Clássica Indiana, Dança Circular, Psicoterapia, ​Fisioterapia (com especialidade na medicina chinesa), Workshops e Formações.

Qual o propósito desse espaço?

Vicente: Transmitir conhecimento e proporcionar habilidade para vivermos melhor.

Existe há quanto tempo e como ela nasceu?

Vicente: Existe há 5 meses e nasceu à partir do trabalho que tínhamos no espaço Nīlakaṇṭha (São Paulo) há doze anos. O projeto se ampliou com outras atividades, como: Astrologia Védica, Dança Odissi e Música Clássica Indiana.

Fale um pouquinho sobre você? Como você ingressou no mundo do Yoga e autoconhecimento?

Vicente: O meu corpo se tornou uma ferramenta de desenvolvimento desde pequeno. Encontrar o Yoga parecia ser natural. A espiritualidade, o questionamento, sempre esteve presente desde cedo. Comecei a praticar na adolescência, por volta dos dezenove anos, com a querida prof. Celeste Castilho com a prática de Haṭha Yoga. Depois, percorri outros estilos de prática, como: Power Yoga, Vinyāsa Yoga, Aṣṭanga Vinyāsa Yoga e Iyengar Yoga. Contudo, foi no aprofundamento do estudo de Vedānta que a minha prática começou a fazer sentido. Viajei algumas vezes para a Índia para me aprofundar nessa tradição. Hoje dou aulas de Haṭha Yoga, Canto de Mantras e Sânscrito (básico) na CASA JAMBŪ. Também conduzo os nossos Grupos de Estudos e dou palestras sobre temas introdutórios de Yoga e Vedānta. Swāmi Dayānanda, prof. Gloria Ariera, Pedro Kupfer, assim como outros professores da tradição são as minhas referências.

Você poderia dar três dicas para praticar Yoga ou para estar bem e centrado?

Vicente: Para praticar Yoga:
– ter boas referências do seu professor
– nunca deixar de lado o seu bom-senso
– trazer o estudo para perto da prática

Para estar bem centrado:
– escolher uma disciplina como prática Ex: Yoga.
– meditar
– separar um tempo para apreciar a natureza

Todos os eventos da Casa Jambú já estão na nossa Agenda. Para conferir a programação fixa, entre aqui.

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