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BodyTalk, uma experiência de integração

BodyTalk, uma experiência de integração

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Por Nirvana Marinho*

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“Sou Nirvana Marinho, artista da dança, mãe de dois filhos e apaixonada pelo que faço, 40 anos, não conto onde nasci (risos) mas com satisfação digo que moro há 17 anos em São Paulo onde me profissionalizei acreditando em produzir conhecimento em dança e, ao que mais detidamente nos compete aqui, onde também conheci o BodyTalk, como cliente e agora como terapeuta certificada. Fiz tal ampla apresentação de mim mesma com intuito de buscar pistas que apresentem também como o BodyTalk atua em meu cotidiano hoje. Já me transforma há cerca de mais de três anos e também me forma em novos pensamentos há um ano e tanto, quando decidi que a curiosidade sobre o sistema me motivou a aprender mais sobre mim mesma.

Ainda atuando em área artística, fui me aproximando do BodyTalk para atender necessidades pessoais afetivas – era um estado melancólico típico de quando buscamos algo mais pleno para nosso coração; para novas posturas no trabalho, e para também, e sobretudo, a saúde de meus filhos, inclusive realizando sessões da família. Posso afirmar como tais sessões foram me fascinando e mostrando um universo de relações, de sincronicidades de histórias passadas e hábitos ainda presentes em mim e de divergências entre o que olhava ser a realidade e o que meu corpo, pouco a pouco, me mostrava que era realmente o que se passava dentro/fora de mim. Vesti e provei vários novos filtros/máscaras, assim como foi me despedindo de velhos deles. Revisitei-os investigando mais de mim. Aliviei-me daqueles que me cegavam. Dhammavicaya: uma jornada de auto-conhecimento, infinita e atemporal.

Assim, pude conhecer de que forma o BodyTalk é um sistema terapêutico de auto-conhecimento. Sim, atua nas questões físicas (dores, distúrbios) – por exemplo, tinha uma dor no cóccix resultante de dois partos intensos, e sumiu; atua nas questões emocionais e mentais – pude perceber mais de meus padrões comportamentais apoiados em crenças que não mais me serviam; e o BodyTalk pode atuar também em questões amplas como as espirituais pois acende em nós luzes, clarões de lucidez e visão para a vida – isso tem acontecido comigo com muita intensidade.

Auto-conhecimento é um caminho sem volta que muito antes de nós e nós mesmos temos trafegado, de um jeito, ou de outro. Seja pela yoga por exemplo, seja pela dança, no meu caso também presente, seja através da filosofia, como acontece na Advaita Vedanta, base filosófica do BodyTalk. É uma prática de vida, um modo de compreender o viver, auto conhecer-se torna-se uma oração, tanto na doença como em estado de saúde.

O que no BodyTalk parece específico, distinto mesmo, é que ouvir seu corpo, sua própria sabedoria, o que ele tem para te contar gera uma surpresa misturada com humildade, clareza e sutileza. Parece ausente o torpor do discurso psicológico (para alguns, muito mental, como as vezes para mim), torna-se mais presente a escuta do corpo (o que muitos de nós não fomos ensinados e, acredite, na minha percepção profissional do corpo isso é bem real) e convida-nos a aceitar que o encontro com o outro como uma oportunidade, seja diante de seus familiares, colegas de trabalho, projetos de vida, parceiros ou até mesmo o terapeuta de BodyTalk, também em processo de auto-conhecimento. É uma oportunidade ímpar de conhecer-se sem julgar, aceitar sem ter que assimilar detalhes trôpegos e dar continuidade a tal caminho, sem volta, sem ida, só caminho.

Decidi fazer os Fundamentos do BodyTalk sem intuito de seguir-me como terapeuta; depois não parei de estudar mais, relacionando dança, movimento, itens da fórmula que nosso corpo sussurra aos dedos do terapeuta que, levemente te tocando, escuta e volta a sussurar os segredos prioritários para a saúde do seu corpo-mente-alma. Depois, quase apaixonada (sabe-se que quase apaixonada não existe, portanto, sim, entregue, risos tímidos), venho concluí os cursos avançados do sistema BodyTalk no mesmo mês que celebro meu aniversario, sensação de constante renascimento. Vou reconhecendo os bastidores de cada passo, cada movimento e relação presente num amplo mapa de possibilidade e probabilidades nas quais o corpo procura sua plenitude de saúde.

Atendo como terapeuta de Bodytalk, continuo recebendo sessões e dançando as possibilidades infinitas de compreender o corpo. Meu depoimento aqui não relata a saúde de um aspecto de minha vida, mas procura dissecar, talvez junto com o caminho de vocês, como uma simples escuta pode tornar real a arte do conviver com a sabedoria do nosso próprio corpo.

(CBP, Certified BodyTalk Practitioner (CBP), Terapeuta certificada IBA International BodyTalk Association)

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