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5 razões para incluir meditação no currículo das escolas

5 razões para incluir meditação no currículo das escolas

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Artigo dos amigos do site The Greenest Post
Por Débora Spitzcovsky*

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A filosofia budista prega: “Se todas as crianças de oito anos aprenderem meditação, nós eliminaremos a violência do mundo dentro de uma geração“. Será mesmo? Para o especialista em educação Will Stanton, não custa tentar!

Autor do livro Revolução na Educação, ele publicou artigo no site The Mind Unleashed em que cita uma porção de razões para a prática da meditação ser inserida em todas as escolas do mundo. Reproduzimos cinco motivos, abaixo.

1. Crianças que praticam meditação têm mais foco e concentração;

2. Elas têm mais facilidade em se relacionar com o próximo e desejam menos fazer o mal;

3. Elas são menos competitivas;

4. Elas são menos estressadas e têm menos tendência a adoecer;

5. Elas se tornam adultos mais realizados, uma vez que a prática da meditação na idade escolar ajuda a descobrir, desde cedo, suas verdadeiras paixões, interesses e potenciais criativos.

Na cidade de São Paulo, na instituição O Visconde, desde o início de 2014, os alunos praticam yoga e meditação, todos os dias, antes das aulas e, como consequência, aumentaram suas notas. O colégio também registrou diminuição nos casos de indisciplina. Saiba mais em: Alunos de escola em SP melhoram notas com yoga.

A prática diária de meditação nas escolas é, inclusive, recomendada pela Sociedade Internacional de Meditação. No entanto, as instituições ainda resistem, uma vez que precisariam aumentar sua carga horária para incluir a atividade extracurricular na grade. Uma pena, não?

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*Débora Spitzcovsky é jornalista, formada pela Universidade Metodista de São Paulo e, desde o início da carreira, atua na área da sustentabilidade. Atualmente, é analista de comunicação sobre o tema na Duratex.

www.thegreenestpost.com

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